Ela sentia medo. Medo de quê? De se expor. “Mas assim não vives, mulher!”  Diziam-lhe. “Parece que estás sempre na sombra!” Ela entendia, mas era difícil mudar. Sempre se sentira transparente. Era difícil mostrar o que não era. Queria concentrar-se, mas havia muito barulho à sua volta. Queria isolar-se, num sítio bonito, sem pessoas, para poder ouvir o verdadeiro som do mundo.

Ana Ribeiro, workshop Outubro 2013, técnica listas

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